Pular para o conteúdo
Cantora no palco, de top branco e calça laranja, com o braço erguido, entre uma percussionista e um sanfoneiro, diante do público.

CASE · DOMINAGÊNCIA

AMANDONA. Case DOMINAGÊNCIA. Em 2024, a AMANDONA já tinha força de palco, experiência e repertório. A partir dali, a carreira passou a ser conduzida com mais estratégia, em projetos próprios, no primeiro disco autoral e na circulação.

Em resumo

O desafio era organizar a força artística da AMANDONA em decisões de carreira, para que cada projeto preparasse o seguinte. O caminho escolhido foi criar os próprios projetos, em vez de depender só de convites, e usar cada um para ganhar público, repertório, relações e circulação.

  • Mais de14

    produções próprias

  • 600

    ingressos vendidos no BAILE DA AMANDONA

  • 450

    pessoas no lançamento do primeiro disco, no Teatro do SESI

  • PrimeiraEurotour

    8 cidades · Itália, França, Portugal, Espanha e Irlanda

Ato 12024

Ponto de partida

Em 2024, a AMANDONA já era uma artista de Belo Horizonte com força de palco, experiência e repertório.

A questão era como dar mais direção a essa força. Projetos que podiam acontecer de forma isolada precisavam conversar entre si, e o ritmo da carreira precisava depender menos de convites e agendas de terceiros.

A partir de 2024, a AMANDONA e Helena Guimarães, hoje CEO da DOMINACENA, passaram a trabalhar a carreira com mais intenção. Posicionamento, produtos próprios, repertório autoral, produção, comunicação, booking e circulação entraram no mesmo planejamento, e cada decisão passou a ser pensada em relação às outras.

A hipótese era criar os próprios projetos e usar cada um para ganhar público, repertório, relações e prova de execução, deixando pronto o terreno do projeto seguinte. A autoria foi ganhando peso a cada etapa. A estratégia entrou para organizar o caminho, e as escolhas artísticas continuaram sendo da AMANDONA.

Ato 2

Construir em vez de esperar

Quando a agenda depende de convite, quem convida decide quando, onde e em que formato a artista toca. A decisão foi produzir os próprios shows e pensar cada um como produto, com conceito e função na carreira.

Foram mais de 14 produções próprias. Entre elas, À LA CARTE, o BAILE DA AMANDONA, CANTA MARÍLIA MENDONÇA e CANTA RITA E CÁSSIA.

O BAILE DA AMANDONA vendeu 600 ingressos. Ele foi tratado como lançamento, com trabalho de imprensa, conversa com formadores de opinião e parcerias.

Os projetos de interpretação tiveram outro papel. CANTA MARÍLIA MENDONÇA e CANTA RITA E CÁSSIA partiam de repertórios que muita gente já conhecia e davam espaço para a leitura da AMANDONA sobre essas canções. Serviram de ponte para o trabalho autoral que viria depois.

Os formatos também variaram. O BAILE foi feito para dançar. N'A Autêntica, um dos projetos reuniu 200 pessoas em formato sentado.

Cada produção deixou alguma coisa para a seguinte: público, repertório, registro, relação com espaços e a prova de que a AMANDONA vendia o próprio show.

Três artistas agachados na beira do palco posam para a foto com o público d'A Autêntica ao fundo, muita gente de braço erguido.

Ato 3

Abrir portas

Os projetos próprios davam ritmo à carreira. Para crescer, a AMANDONA também precisava estar em palcos e projetos de outras pessoas, ao lado de artistas e equipes que levassem o trabalho a outros públicos.

A decisão foi tratar relacionamento como parte do trabalho, com a mesma atenção dada à produção: presença na cena, continuidade, cuidado com cada entrega e clareza sobre que palcos e parcerias combinavam com o posicionamento dela.

Nesse período, a AMANDONA fez a abertura do show de Ana Carolina no Palácio das Artes. No Festival Revível, esteve na edição com Letrux, que esgotou.

Cantora no palco, de jaqueta preta com tachas, com o braço erguido e o microfone no pedestal.
A cantora ao microfone tocando violão, sob luz alaranjada em círculos.

Esses palcos colocaram a AMANDONA diante de públicos maiores e ao lado de artistas com trajetória consolidada, sempre a partir do que ela já vinha construindo nos próprios projetos.

O aprendizado do período: relação profissional se constrói com presença, continuidade e entrega, e anda junto com o posicionamento. Cada palco novo também diz algo sobre quem é a artista.

Ato 420252026

Obra e escala

Com público, repertório e relações construídos nos projetos anteriores, o passo seguinte foi dar forma de disco à autoria.

Em 2025, a AMANDONA lançou o primeiro disco, Se eu pudesse te beijava até a voz. É um trabalho autoral, com 10 faixas e produção musical de Luiza Brina. O projeto audiovisual foi gravado debaixo d'água.

As canções falam de afeto e desejo entre mulheres com a liberdade de quem canta a própria vida. O disco conversa com artistas LBT+ e com referências da música brasileira, e aproximou a AMANDONA de quem se reconhece nessas canções.

O lançamento reuniu 450 pessoas no Teatro do SESI.

A obra também ganhou outros formatos. O bloco de Carnaval da AMANDONA levou o repertório para a rua, num formato coletivo. Em 2026, a DOMINAGÊNCIA estruturou e marcou a primeira Eurotour da AMANDONA. A turnê está acontecendo agora, com uma rota por Matera, Taranto, Polignano a Mare, Paris, Lisboa, Madrid, Barcelona e Dublin.

Um disco pode ir além do lançamento. Aqui, a mesma obra virou show de teatro, bloco de Carnaval e repertório para circular, cada formato com público e lógica próprios.

Primeira Eurotour

Em andamento
  • ItáliaMatera · Taranto · Polignano a Mare
  • FrançaParis
  • PortugalLisboa
  • EspanhaMadrid · Barcelona
  • IrlandaDublin

Booking e circulação · DOMINAGÊNCIA / DOMINACENA

Da carreira ao ecossistema

Parte do que foi feito nessa carreira virou repertório de trabalho: produzir shows próprios, pensar posicionamento, organizar booking e comunicação, construir relação com espaços e parceiros. Esse repertório ajudou, depois, a dar origem à DOMINAGÊNCIA, que hoje faz esse trabalho com outros artistas, produtoras e projetos culturais.

Foi também nessa carreira que começou o Plano de Dominação Mundial, que hoje conta a história da DOMINACENA inteira.

A AMANDONA segue com carreira, obra e projetos próprios e hoje também atua na direção criativa da DOMINACENA.

Aprendizados

O que esse trabalho ensinou e vale para outros projetos.

  • Projeto próprio também move carreira.

    As produções próprias deram à AMANDONA calendário, público e prova de venda, e cada uma deixou material para a seguinte.

  • Posicionamento aparece nas escolhas práticas.

    Onde tocar, em que formato, ao lado de quem e com que repertório. Cada uma dessas escolhas disse algo sobre a artista.

  • Relação se constrói com presença e continuidade.

    Os palcos que se abriram no caminho vieram junto com anos de cena, entrega e constância.

  • Uma obra abre vários formatos.

    O primeiro disco virou show de teatro, bloco de Carnaval e repertório para circular.

  • Estratégia organiza o que já existe.

    As decisões deste case partiram da força que a AMANDONA já tinha no palco e deram estrutura a ela.

Créditos

Muita gente fez parte dessa carreira. Os créditos seguem por projeto e função.

Carreira

  • AMANDONA · artista
  • Helena Guimarães · estratégia e negócios desde 2024 · hoje CEO · Estratégia & Negócios da DOMINACENA

Primeiro disco · Se eu pudesse te beijava até a voz (2025)

  • Produção musical · Luiza Brina

Produções próprias

  • À LA CARTE · BAILE DA AMANDONA · CANTA MARÍLIA MENDONÇA · CANTA RITA E CÁSSIA

Primeira Eurotour

  • Booking e circulação · DOMINAGÊNCIA / DOMINACENA

Palcos e artistas deste case

  • Palácio das Artes · Teatro do SESI · A Autêntica · Festival Revível
  • Ana Carolina (abertura no Palácio das Artes) · Letrux (Festival Revível)

Falar sobre meu projeto

Se você tem um projeto em andamento, conte onde ele está e do que precisa agora. A partir daí, a gente entende que estrutura faz sentido para ele.

CONHECER A DOMINAGÊNCIA

@dominacena